Aparentemente desde as ‘Diretas Já’ o jovem esqueceu seu papel primordial no sistema democrático brasileiro; desde esse período, pequenas, senão insignificantes manifestações ocorrem muito dissipadas e mascaradas.
Muitos afirmam que se sentem desestimulados pelos constantes casos de corrupção denunciados pela mídia, outros, porque acreditam que a política não deva ser discutida, por ser muito particular; acontece que ficar sentando no sofá de casa não vai resolver o problema, muito pelo contrario, só contribuirá para que a corrupção se alastre por todo o congresso e por todo o país.
Devo lembrá-los, caros leitores, em um sistema democrático os verdadeiros culpados pela desmoralização do Governo, pelos comuns casos de crimes e roubos: somos nós.
Inventar diversas desculpas não ajudará a mudar e muito menos a resolver as precárias condições em que vivem mais da metade da população brasileira e muito menos diminuir os diversos casos de corrupção, pois somos responsáveis por eleger os políticos; e devemos antes de tudo pesquisar a ficha dos candidatos e suas ideologias.
Além do mais, não adianta aquela famosa frase “Política não se discute”. Mentira! Como assim não se discute? Pagamos impostos caríssimos, e o mínimo a ser feito seria retribuir esse imposto por meio de melhorias na saúde, educação, segurança, alimentação; mas não, achamos que agimos errados ao quebrar o tradicional controle estatal.
Com essas eleições ai, fervendo nos 35 minutos dos segundo tempo, a expectativa aumenta para uma mudança no país, consequentemente a pressão no eleitorado cresce, o famoso e secular voto de cabresto volta a vigorar, é claro que muito bem articulado; somente a educação reformulará o nosso sistema democrático.
Pera ai. Pera ai. As constantes falhas, escândalos de corrupção no nosso modelo presidencialista, cidadãos, não significa que a democracia seja falha, ela será sempre a solução; alem de ser muito antiga – originada na Grécia antiga, muito antes de Cristo - foi um sistema que mesmo apresentando muitas falhas, garante o bem estar dos indivíduos e esta integrada ao nosso caráter, à nossa cultura.
Notem que o renomado jornalista Arnaldo Jabor “dá um presta atenção em todos nós”: “Cresce um ódio à democracia na América Latina, diversos ditadores começam a surgir e tentam manipular tanto a população quanto a imprensa”, a exemplo disso temos a nossa querida vizinha, Kristina Kirschner e o famoso Húgo Chaves.
Para finalizar, devemos mudar nossos hábitos, repensar nossas ações, deixar de viver uma vida ociosa e irresponsável; lamento ter que informá-los mais o “mundinho” em que vivemos não se resumem somente a amigos, festas, estudos e amores; propostas de ação sociais são extremamente importantes, junto ao fim da alienação, encaminharemos o país rumo ao desenvolvimento, e à uma democracia laica e justa.
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