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e passeio pela cidade neste pacato domingo, agitado pelo clássico Palmeiras x Corinthians, resolvi observar alguns aspectos que geralmente passam despercebidos pelos olhos dos brasileiros.
O primeiro deles é a quantidade enorme de casas e prédios em construção: a cada quarteirão que se passa há, no mínimo, uma obra. O segundo aspecto é a enorme quantidade de carros 0km nas garagens das casas, mesmo as que aparentam ser de baixa renda. Outra coisa interessante para se observar é a quantidade de pessoas em lojas de departamentos comprando geladeiras, fogões, maquinas de lavar, tv’s de alta tecnologia, entre outros produtos. O fato é que o poder aquisitivo do brasileiro nunca foi tão alto.
Me digam outro país do mundo em que a população durante a crise econômica mais severa do século XXI teve um poder econômico tão alto? Luís Inácio Lula da Silva é mesmo um gênio: ao invés de aumentar impostos para arrecadar fundos para o governo federal suportar a crise, o mesmo injetou dinheiro na economia. Se não fossem adotadas as medidas que o mesmo adotou, ocorreria o aumento dos juros e a diminuição dos prazos de pagamento, conseqüentemente os brasileiros comprariam menos, as fábricas produziriam menos e o desemprego aumentaria drasticamente, gerando um círculo vicioso.
Felizmente para nós, ocorreu o contrário. Houve um grande aumento nos financiamentos e empréstimos para brasileiros das classes C, D e E devido à baixa dos juros. E o melhor: FECHAMOS O ANO COM UM SUPERÁVIT DE 2 MILHÕES DE EMPREGOS CRIADOS, enquanto em praticamente todos os outros países do mundo o desemprego cresceu.
Agora fica a pergunta: se o governo brasileiro ainda fosse de um certo partido “pau mandado” dos imperialistas norte-americanos, o que aconteceria? Certamente seguiríamos o caminho dos EUA e nos afundaríamos na crise.
O famoso “Plano de Metas”, de JK, funcionou: CRESCEMOS 80 ANOS EM 8.
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